Ivan
Cavalcanti Proença é professor, Mestre e Doutor em Literatura,
autor de inúmeros livros e ensaios, entre os quais
A Ideologia do Cordel (5ª edição), Futebol e Palavra (2ª edição),
O Poeta do Eu (8ª edição, sobre Augusto dos Anjos).
Ocupou vários cargos públicos no Governo do Estado do Rio de
Janeiro:
SEE ( Secretaria de Estado de Educação) - Assessor Pedagógico - 1º Governo PDT;
SEEL ( Secretaria de Estado de Esporte e Lazer) - Presidente do Conselho de Cultura e
Esportes;
Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e
Riotur - Presidente do Conselho de Carnaval e Cultura Popular do R.J.;
SEC ( Secretaria de Estado de Cultura) - Diretor de Cultura do
Estado e Diretor de Projetos Especiais / Diretor do MIS (Museu da
Imagem e do Som) - 2º governo PDT .
Com vasta experiência no estudo e na pesquisa da cultura literária
brasileira, possui ( fruto de suas pesquisas ) o levantamento da cultura popular
de todas as regiões ( culturais ) do Estado do Rio de
Janeiro, escreveu adaptações e roteiros cinematográficos (
basicamente de obras literárias brasileiras ), ministrou palestras e ou cursos em todos os Estados do
Brasil e no exterior.
Detém Patente de autoria dos fascículos-fichas de leitura e
abordagem literária de obras ( poesia / ficção ) de autores de língua portuguesa ,
além de ser um dos autores da Equipe do Dicionário Aurélio.
Prestou vários concursos para o exercício do
magistério, obtendo seis 1ºs lugares em provas escritas, de aula, de títulos
e Menções Excelente nos cursos Pós-Graduação. ( Antes: 1º lugar geral no exame Vestibular da UERJ - Letras ).
Atualmente, aos 34 anos de Magistério é Titular de
Cultura Brasileira na
FACHA ( Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso),
Presidente de A.D. e membro da Comissão Paritária Sindical
do Sinpro ( Sindicato de Professores do Rio de Janeiro). E ainda:
Autor de dois planos ( inéditos ) Didáticos, Educacionais
para a SEE , além de Examinador
de dissertações e teses de Pós-Graduação.
É Diretor e Professor da Oficina Literária que leva seu nome, a
mais antiga, em funcionamento, do Rio de Janeiro (1972) em ficção, ensaio, poesia.